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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Série Provence - Cheiros que nos atraem


Na Provence se aprende a respirar mais fundo, a perceber e identificar os aromas que a natureza nos oferece!

Como entender o olfato?

O primeiro passo seria identificar os aromas dos quais a gente mais gosta.
Observar e prestar atenção para onde eles nos remetem.
Perceber como um aroma agradável sempre traz consigo calma e serenidade.
Diminui o nosso ritmo respiratório e amplia o espaço interno, diminuindo a nossa opressão.


Pode ser o cheiro de pão com alecrim ou do café feito na hora.
A pergunta é, me agrada?

Então aproveite este momento e se aquiete aproveitando os efeitos da aromaterapia sobre o sistema nervoso central.

É simples, verdadeiro e de graça.


Procuramos fora o que está dentro de nós, pelo excesso de ansiedade e necessidade de nos sentirmos amado(a)s.

O tempo todo queremos fazer, agir, conseguir, ganhar...

Quando bastaria diminuir um pouco todo esse ritmo "louco" para aproveitar os cheiros que nos cercam o tempo todo.


Como diz a frase de Dali Lama,
"se você quer melhorar o mundo, mexa primeiro no seu interior".



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Curiosidades olfativas


Por que sentimos mais os cheiros desagradáveis do que os bons?


A verdade é que nós, humanos, não fomos feitos para ter a maior das sensibilidades quando o assunto é olfato.

O olfato foi o primeiro sentido que os animais desenvolveram.
Mas, à medida que os primatas evoluíram e surgiu a espécie humana, nosso olfato perdeu força.


Um dos principais motivos: como nós andamos sobre dois membros, nosso nariz fica muito distante do chão.

Os melhores farejadores mantêm o nariz bem baixinho, porque as moléculas dos odores sofrem a ação da lei da gravidade, como aliás, tudo o que é matéria.

Ou seja: quanto mais perto do chão, mais forte o cheiro.


Além desse detalhe anatômico, existe também a questão da sensibilidade.

Cachorros têm cerca de 220 milhões de receptores olfativos nas narinas.
 Nós, humanos, temos apenas 10 milhões.

Cachorros da raça bloodhound, por exemplo, são capazes de sentir o cheiro de uma pessoa vários dias depois de ela passar.


Além disso, os animais desenvolveram o instinto de sobrevivência e aceitam e gostam de odores que para nós, humanos, são repugnantes.

Por causa desse instinto de sobrevivência, uma coisa muito interessante aconteceu com o nosso olfato.


Ao longo dos tempos, o ser humano se tornou mais sensível aos cheiros ruins do que aos bons.


Aliás, por que isso acontece, hein?
Por que a gente sente mais os cheiros ruins?

Todos os cheiros, bons ou ruins, são compostos de moléculas muito pequenas, flutuando no ar.


Derivados do enxofre são os principais ingredientes da maioria dos cheiros ruins.
Esses compostos são moléculas mais leves, que se movimentam mais rápido pelo ar.


Mesmo que seja só um vestígio de odor ruim, o nariz humano é capaz de sentir. 

Infelizmente, a mesma coisa não acontece com os cheiros bons.


(Para saber mais, pesquise com a palavra olfato na barra dos marcadores.)




sexta-feira, 20 de maio de 2011

A essência de uma vida!

Desde criança me via envolvida no sedutor universo dos aromas. Sentia o cheiro de folhas de grama, da flor de laranjeira ou de cascas de tangerina esmagadas entre os dedos. Era como um jogo, não havia preocupação em mostrar habilidade com os odores. Valia simplesmente perfumar. Era algo natural que eu fazia sem me dar conta. O pé de gengibre me atraía e lembro até hoje aonde ela estava plantado. A erva cidreira eu partia e colocava sob o meu nariz. Mais tarde, na adolescencia, a curiosidade pelos perfumes. Os da moda, os que agradavam e os que eram detestáveis. Esta é uma história, a da minha vida e seus aromas. Eles me trouxeram até aqui, sem pretensão mas com amor e cuidado. Aromas que acalmam, outros que estimulam...parece que tudo é muito claro!


Toda a formação em atividade física, respiração, alongamento e relaxamento me fizeram entender um pouco mais da magia dos aromas...como eles relaxam e outras vezes estimulam.
Existe neste processo transformações à nivel de couraças musculares.


Aromas como os de lavanda, ylang-ylang e manjerona relaxam a musculatura e são altamente ansiolíticos.

Já os aromas de alecrim, eucalipto e hortelã são estimulantes, aumentam o tônus muscular deixando a pessoa mais desperta e ativa.


Ensinamentos da natureza, simples mas verdadeiros, que quando bem usados com certeza melhoram a nossa qualidade de vida.
Para saber mais, pesquise no blog por óleos essenciais estimulantes e relaxantes.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ouça o seu nariz!


Nem sempre nos damos conta, mas até a nossa sexualidade é regida pelos odores.
Dizemos que nos apaixonamos por belos olhos, por um irresistível par de pernas.
Mas uma paixão não é possível sem a compatibilidade dos cheiros.
Não se engane:
o seu nariz é mais poderoso do que os seus olhos.


Quem não gosta de sentir o cheirinho dos bebês?

Ainda puros de toxinas, prematuros para a ação dos hormônios, eles parecem anjos recém-saídos do banho. Mais tarde, quando o corpo começa a sofrer a ação hormonal e a alimentação já não se restringe ao leite materno, vamos adquirindo o nosso cheiro particular, que, aliás, nós mesmos não sentimos (o olfato anula odores constantes para ficar alerta aos novos cheiros que surgirem no ar).


Mas todos temos essa espécie de impressão digital olfativa, e ela é mais identificável em algumas regiões do corpo - naquelas em que há um número maior de glândulas e o fluxo sanguíneo é intenso.
O popular "cheirinho no cangote" denuncia: ali a nossa assinatura é muito evidente.
E quem namora sabe: beleza não importa.
Cheiro sim, é fundamental.

De repente você sente um aroma peculiar que o transporta para uma época distante - um determinado lugar, uma situação específica, uma pessoa especial.
Os bolinhos de chuva, a terra molhada, a lenha queimando no fogão.
Não é força de expressão - a memória olfativa é mesmo poderosa e a explicação para tamanho poder não está nos livros de auto-ajuda, mas no cérebro.
O olfato tem ligação direta com o sistema límbico, a mais primitiva região do campo neurológico, onde se arquivam a memória e as emoções.

Por isso, o resgate de aromas e sensações já experimentados é imediato.
Preste atenção no seu nariz - ele pode fazer muito por você!!!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O olfato

O olfato é um dos nossos sentidos mais poderosos.
Ao inalarmos algo, renunciamos à nossa própria individualidade de forma ainda mais completa do que quando tocamos algo.
"O uso de óleos essenciais estimula e levanta nosso ânimo".