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sábado, 24 de novembro de 2012

A respiração e o medo


O medo está na palavra latina angustus (=apertado), bem como na indogermânica anghu (=opressivo).

Assim pudemos atribuir os sintomas relacionados com aperto concreto ou opressão física ao círculo de indicações significativas.

Estreitamento dos vasos sanguíneos ou teimosia é quase o mesmo no âmbito simbólico.
Para aliviar, desoprimir, é necessário oxigenar...


Serve o exemplo do carro super lotado...
Vai faltar lugar, não vai dar para se mexer...
Importante esvaziar, abrir espaço, como na respiração.
É por isso que o processo da respiração se adapta a todos os temas de medo e aperto, não importa que se manifestem na mente, na psique ou no corpo.

Podemos definir o medo até mesmo como a incapacidade de respirar livremente.


Exercícios respiratórios junto com óleos essenciais são de grande valia para se recuperar a VITALIDADE.
Comece prestando atenção à sua respiração, pratique exercícios aeróbios, faça yoga.
Leia sobre assuntos que tratem da respiração consciente.
Neste blog tenho várias postagens sobre este assunto.
Se interessar, pesquise outras postagens sobre este tema.



sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Aromas de viagem! um novo olhar...


Viajar sempre foi e é um dos meus maiores prazeres, ou melhor, felicidade!

Pois prazer é algo material, corporal, e felicidade é algo que fica, permanece e nos traz vitalidade.


Para mim, viajar é isso.

É uma escola do olhar...do sentir...do cheirar...


Saber que há diferentes pontos de vista sobre uma mesma realidade.
E que precisamos de todos eles, para ver melhor.
Acredito que viajando, mesmo pertinho, buscamos despertar em nós o chamado olho do Querubim.
O Querubim, na tradição antiga, é um estado de visão, representado como asas repletas de olhos.
Essa imagem é encontrada em diversas culturas, particularmente na tradição da Etiópia, onde há Querubins nos tetos das igrejas: olhos que nos olham.


Num tempo de extrema dificuldade, fiquei surpresa ao ver um médico me dar um pequeno rolinho e dizer:

Eis seu remédio.

Ao desenrolar, vi que havia nele asas com olhos.

Tocou-me profundamente, porque compreendi que se tratava de colocar um outro olhar sobre a vida.


Viajar percebendo os aromas é isso, é enxergar com outros olhos...

Pois na vida há a visão do médico, do psicólogo, dos amigos, mas há também o olhar do Anjo.

Esse olhar que vê o que acontece segundo um outro ponto de vista, de outra profundidade e que contempla as nossas dificuldades ou percepções não somente como os olhos humanos são capazes.

Então pode se abrir, talvez, uma outra interpretação sobre aquilo que nos ocorre.

Os aromas nos chamam para aquilo que não vemos...


Assim, vamos imaginar um olho, com facetas, como o de uma abelha.

A maneira de ver alguém ou algo pode mudar, segundo a qualidade de nosso olhar.


"Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e
alegramo-nos pouco pelo muito que temos", 
 escreveu William Shakespeare.


Os aromas nos ajudam a mudar o olhar, nos despertam...

Vou propor o olhar dos Antigos Terapeutas que possui sete olhos; nós, geralmente, paramos no terceiro.


* O primeiro olhar é o ver - eu vejo.

* O segundo é o olhar da ciência - eu observo, eu analiso. É um olhar apoiado, aprofundado.

* O terceiro olhar é o que pergunta - eu interrogo. O que é este sintoma? O que ele manifesta? O quê? O que é?

* O quarto olhar é o que se pergunta - eu me interrogo. Como é que eu vejo? É o olho da filosofia metafísica. O que é o Ser? O que é o ser humano? Trata-se do como eu conheço.

* O quinto olhar se abre para o sentido - eu acolho o sentido. Por intermédio dos sintomas, dos sonhos, da fala, simplesmente acolho o sentido, antes de interpretá-lo.

* O sexto olhar é o da interpretação - eu interpreto. Esta interpretação pode ser criadora. Após o exercício de todos esses olhos da observação, da análise, da interrogação, da escuta acolhedora, me torno capaz de interpretar e dar um sentido ao que a pessoa está vivendo.

* O sétimo olhar é que direciona e liberta - vá com sentido! Da mesma maneira que dizemos: Vá com Deus, vá com sentido! Vá com a interpretação da sua dificuldade, não apenas na sua dimensão mental; também há meios de cuidar de você.


 Vá em direção a você mesmo, eu estou com você!
Esta foi a Palavra dirigida por Deus a Abraão.


(Texto: Uma escola do olhar - Jean-Yves Leloup)


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Manter o pique


Manter o pique não é tão simples quanto parece.
Com todas as atividades que temos mais as cobranças que nós mesmos nos fazemos, quantas vezes nos sentimos sem energia, com vontade de largar tudo e sumir!!!


Segundo a medicina tradicional chinesa, a  nossa vitalidade (que é aquilo que nos dá vida), é predeterminada e está armazenada nos rins.
Por isso que os chineses procuram preservar a saúde desse órgão e cultivar bons hábitos no cotidiano.


Os estados psicológico e mental, os níveis de estresse diário, o ambiente domiciliar, a forma com que aproveitamos os períodos vagos da rotina, bem como a alimentação e o consumo de água são fatores que influenciam diretamente a vitalidade ou a falta dela.


Trocando em miúdos, somos o reflexo de nossos hábitos, mas também não ficamos imunes às influências do meio em que vivemos.
No âmbito fisiológico, devemos grande parte do ânimo que sentimos à atividade dos neurotransmissores, principalmente a serotonina e a endorfina.


Acontece um aumento da taxa de serotonina quando ingerimos carboidratos e açúcares, e da taxa de endorfina quando praticamos exercícios físicos, diz o médico endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo,  Dr. João Cesar Castro Soares.


Só que a solução não é uma alimentação desequilibrada nem o excesso de exercícios.
E sim o equilíbrio, procurando se basear em 5 pontos para harmonizar corpo, mente e espírito.

1. Espiritualidade -  (religião, crenças, aquilo em que você acredita).
2. Saúde - cuidar do sono, alimentação e exercício físico.
3. Família - são os nossos relacionamentos, abrir o coração e desenvolver a afetividade.
4. Trabalho - aquilo que me traz sentido à vida, aquela tarefa que só eu sou capaz de fazer, que vale à pena.
5. Lazer - relaxamento, hobbies, diversão.


Só dentro de nós, em nossa essência, encontramos a força necessária para vencermos todas as adversidades e conquistarmos a verdadeira vitória.
Não busque forças externas, ou em alguém, encontre-a no mais profundo do seu ser e fortaleça a sua vida.


Aproveite os óleos essenciais revitalizantes e energizantes para fazer massagens, banhos e inalações.
Eles são excelentes companheiros nesta caminhada.

(Fotos: blog de Angie B.)
(Pesquisa do texto: Revista Bons Fluidos de setembro 2011)