terça-feira, 12 de abril de 2011

A natureza dos óleos essenciais


Os óleos essenciais são em geral claros, transparentes e não oleosos, embora alguns sejam viscosos e coloridos.

Todos são solúveis nos óleos graxos e em álcool, mas não na água.

Cada óleo essencial encerra uma série de propriedades e usos medicinais.


A lavanda, por exemplo, exerce um efeito suave e sedativo, sendo frequentemente usada nos casos de insônia.

Quando dois óleos são combinados uma nova composição é criada, a qual pode ter propriedades que nenhum dos dois óleos possui sozinho.

domingo, 10 de abril de 2011


Até ele está se sentindo abandonado rsrsrsrs...logo volto bjssssssss

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Fazendo diferente!


Estou com visitas maravilhosas aqui na minha casa.


Então a minha vida fica diferente...conversas, passeios a lugares especiais, cafés e carinhos...


Mas logo que der uma folga, volto a postar assuntos que eu amo!


Fortalecer as amizades é algo único e imperdível!


Bjs e bom fim de semana à todos!

Cláudia










quarta-feira, 6 de abril de 2011

Monja Coen


Quando se tem um blog , surgem alguns textos que me sinto na obrigação de publicar na íntegra,
 tamanha sabedoria.

Num primeiro momento não dizem respeito à Aromaterapia, mas na medida em que se vai lendo,
 percebe-se que tem tudo a ver.

Pois não existe uma terapia de aromas que não trabalhe o autoconhecimento, a evolução e a melhora da qualidade de vida.

Por isso posto hoje uma reflexão maravilhosa da Monja Coen.


Japão , por Monja Coen


Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.

Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.


Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar a serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?

Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. 

Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las. 
 Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.



A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.

Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.

Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens.
Cada qual se mantinha em sua área.
 As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço
que a família havia reservado.


Não furaram as filas para assistência médica ?
quantas pessoas necessitando de remédios perdidos- mas esperaram sua vez também para receber água,
usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda- pés singelos, com pouquíssima água.

Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.

Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques.

Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam.

Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro:

coração de gratidão.

Sumimasen é outra palavra chave.

 Desculpe, sinto muito, com licença.

Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver.
Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisarfalar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelas minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos
causando ao mundo.


Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades.
Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei.
Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico.
 As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.



Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que somos um só povo e um só país.

Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. 
Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em julho próximo.

Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos:

"a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente".

Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra.
O planeta tem seu próprio movimento e vida.
 Estamos na superfície, na casquinha mais fina.
Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades,
vinganças ou castigos.
O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos.
 E isso já é uma tarefa e tanto.

Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.

 
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.

Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram.
E só posso dizer: todas.
Todas eram e são pessoas de meu conhecimento.
Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.
Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Buda.

Mãos em prece (gassho)

Monja Coen

(Texto recebido pela internet)






terça-feira, 5 de abril de 2011

Pequenos detalhes

Pequenos detalhes fazem a diferença na nossa vida!

Uma flor, um aroma, uma palavra, um carinho...

Simples!

Pouco!

Especial!


Dobrar a colcha de modo diferente, pingar umas gotas de LAVANDA, acrescentar flores secas...

Tudo fica diferente!

Inclusive a respiração...a sua e a de quem estiver por perto!



Se aquiete, mergulhe fundo aonde a água é mais calma, já dizia algum sábio!

Coragem para fazer diferente...


"O que nós somos é o presente de Deus para nós.
O que nós nos tornamos é o nosso presente a Deus."
(Eleanor Powell)

domingo, 3 de abril de 2011

Sinalizadores


Em muitos momentos nos sentimos perdidos, sem direção.

Falta clareza, luz e sinalização.

Precisamos olhar o outro e perceber que ele também sente ou já sentiu isso.

Precisamos deixar de nos isolar e achar que isso só acontece com a gente.


Para onde seguir, que rumo tomar?

Seguir para o nosso interior, abrir o nosso coração...
Você provavelmente já implorou algo assim:
"Estou sofrendo. Por favor, meu Deus, afaste esse sofrimento de mim".
Mas, assim como fez com Jesus, Deus talvez não tenha tirado você daquela situação, mas lhe deu força para atravessá-la.

Abrir o coração é dividir a dor e é através deste movimento que encontramos "ANJOS" que vem para nos auxiliar.

Quebrar o nosso orgulho, mostrar realmente quem somos sem medo de ser feliz!

Colocar junto aos exercícios respiratórios e banhos e massagens o óleo essencial de Gerânio, que é o óleo da coragem e da força.

No difusor de ambiente: 8 gotas

Banhos: diluir num pouco de álcool 5 gotas de gerânio para depois acrescentar na água morna da banheira e se for banho de chuveiro, pingar 5 gotas no piso do box.

Massagens: diluir 5 gotas de gerânio no óleo de semente de uva e utilizar esta mistura em massagens suaves.