Mostrando postagens com marcador Por onde anda a minha alma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Por onde anda a minha alma. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Por onde anda minha alma?


Me preparando para ir para a Bienal, no lançamento do livro, recebo esta mensagem linda que me fez refletir: 
"por onde anda a minha alma?"

Uma gota de lavanda no peito, uma respiração profunda e sigo em frente...


Como saber por onde anda a minha alma, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?
Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão, agitação...


Parar e pensar em Alma, tá louco?
Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver...
Exatamente ao encontro da nossa Alma.


O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.
Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?


Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos ali, daqui a uma hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...
Ufa! quem aguenta?
Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida,  por debaixo da vida.


Preocupamos em nos servir da auto cultura desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.
Sim, é claro que nos agrada a mentalidade materialista,  que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.
Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nesta vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta  que é através do que não tocamos, não cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.


A busca do sagrado, do profundo, do eterno...
No silêncio de nossa Alma, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade e da vida.
Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com nosso Âmago Companheiro.
É por aí que anda a nossa ALMA.
(Silvana Giudice)



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Aquietamento


Com um pouco de lavanda no peito, para que a respiração fique mais tranquila,  e um texto lindo para meditar, finalizo a minha semana desejando muita PAZ para todas nós!


Por onde anda a minha alma?

Como saber por onde anda a minha alma, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?

Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão, agitação...

Parar e pensar em ALMA? tá louco?


Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver?

Exatamente ao encontro de nossa ALMA.

O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.


Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?

Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos alí, daqui à 1 hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...

Ufa...quem aguenta?


Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida, por debaixo da vida.

Preocupados em nos servir da auto-cultura intelectual desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.

Sim, é claro que agrada a mentalidade materialista, que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.


Ainda alguns relegam devotos da passividade, ao asilo da esquisitice, do embuste, da insanidade mental.

Pois é exatamente neste asilo da quietude que nos encontramos com a nossa verdadeira face.

Onde somos apresentados ao nosso maior companheiro de jornada.


Aquele que nos dá o alimento espiritual, a paz e as respostas às nossas indagações.

A realidade se esquiva, em busca de uma simples posse, nas conquistas materiais, no ter e ter ainda mais desse encontro profundo da divindade do nosso EU.

Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nesta vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta que é através do que não tocamos, nem cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.


A busca do sagrado, do profundo, do eterno...

No silêncio de nossa Alma, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade da vida.

Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com o nosso âmago companheiro.


É por aí que anda a nossa Alma!
(Silvana Giudice - terapeuta metafísica)