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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Aquietamento


Com um pouco de lavanda no peito, para que a respiração fique mais tranquila,  e um texto lindo para meditar, finalizo a minha semana desejando muita PAZ para todas nós!


Por onde anda a minha alma?

Como saber por onde anda a minha alma, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?

Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão, agitação...

Parar e pensar em ALMA? tá louco?


Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver?

Exatamente ao encontro de nossa ALMA.

O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.


Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?

Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos alí, daqui à 1 hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...

Ufa...quem aguenta?


Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida, por debaixo da vida.

Preocupados em nos servir da auto-cultura intelectual desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.

Sim, é claro que agrada a mentalidade materialista, que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.


Ainda alguns relegam devotos da passividade, ao asilo da esquisitice, do embuste, da insanidade mental.

Pois é exatamente neste asilo da quietude que nos encontramos com a nossa verdadeira face.

Onde somos apresentados ao nosso maior companheiro de jornada.


Aquele que nos dá o alimento espiritual, a paz e as respostas às nossas indagações.

A realidade se esquiva, em busca de uma simples posse, nas conquistas materiais, no ter e ter ainda mais desse encontro profundo da divindade do nosso EU.

Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nesta vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta que é através do que não tocamos, nem cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.


A busca do sagrado, do profundo, do eterno...

No silêncio de nossa Alma, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade da vida.

Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com o nosso âmago companheiro.


É por aí que anda a nossa Alma!
(Silvana Giudice - terapeuta metafísica)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Almoço no Estaleiro


Imagine um ambiente alegre, com energia de Sol e Lua!

Assim é o recanto da nossa querida amiga Miriam, no Estaleiro...


O lugar cheira à  ALECRIM, este aroma que lembra o mar!

Rosmarinus é o nome científico do ALECRIM, que significa "orvalho do mar".

E durante o dia de hoje, este aroma esteve presente entre nós... 


Pela minha ligação com a AROMATERAPIA, um encontro deste não tem como passar despercebido.

Carinho, atenção e alegria - presentes em todos os momentos.

O ALECRIM traz clareza e discernimento e é um excelente tônico para o sistema nervoso.

Altamente estimulante e com fortes características de aumentar a percepção e a criatividade.


E como a criatividade esteve presente entre todas, não é mesmo?


Um dia assim tem o poder de fortalecer as defesas do corpo, curar feridas emocionais e reforçar a confiança no outro.

A natureza nos ensina que abraçar, conversar e rir são gestos cruciais para a sobrevivência e o desenvolvimento sadio do ser humano.


Na volta para casa, depois deste dia tão especial, lembrei-me deste texto que fala sobre a importância de bons momentos, como eles nos reabastecem e tranquilizam...
Texto e fotos lindas, prá que mais?


Por onde anda a minha essência?

Como saber por onde anda a minha essência, se estou sempre com pressa e presa a tantos compromissos?
Somos seres que vivemos inebriados pela ação, intoxicados pelo tempo, preenchido em constante atividade, pressão e agitação...
Parar e pensar em essência? tá louco...
Onde poderia me levar momentos de passividade e quietude com tanta coisa que tenho para pensar, fazer, resolver?


Exatamente ao encontro de nossa essência.
O silêncio depois do barulho, a reflexão depois do movimento, a paz depois da agitação é altamente importante, vital e benéfica.
Quem de nós realiza serenamente a maioria de nossas tarefas?


Estamos fazendo aqui, pensando no que faremos alí, daqui à 1 hora, logo mais, o dia seguinte, a semana que vem...
Ufa! quem aguenta?


Oprimidos pela realidade do tempo, não percebemos a vida, por debaixo da vida.
Preocupados em nos servir da auto-cultura intelectual desprezamos a vida contemplativa e espiritual, como se a primeira nos bastasse.


Sim, é claro que agrada a mentalidade materialista, que ainda vê as experiências espirituais como desperdício de tempo.
Ainda alguns relegam devotos da passividade, ao asilo da esquisitice, do embuste, da insaniedade mental.


Pois é exatamente neste asilo da quietude que nos encontramos com a nossa verdadeira face.
Onde somos apresentados ao nosso maior companheiro de jornada.


Aquele que nos dá o alimento espiritual, a paz e as respostas às nossas indagações.
A realidade se esquiva, em busca de uma simples posse, nas conquistas materiais, no ter, e ter e ter ainda mais desse encontro profundo da divindade do nosso EU.


Somos pobres peregrinos, desperdiçando nossa preciosa existência nessa vida, perseguindo um poder que os olhos possam contemplar, e não nos damos conta que é através do que não tocamos, nem cheiramos, nem vemos ou ouvimos que se encontra a riqueza que buscamos.
a busca do sagrado, do profundo, do eterno...


No silêncio de nossa essência, bebemos o elixir da sabedoria e saboreamos o néctar da verdade da vida.


Acalmar o pensamento e tentar superar a tendência excessiva ao materialismo, são passos decisivos na direção de um encontro efetivo com o nosso âmago companheiro.


É por aí que anda a nossa essência!"

(Silvana Giudice-terapeuta metafísica)