sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Gerânio ajuda no processo de cura


"Na vida, para alcançarmos a cura real, o caminho não tem elevadores..a subida é por escadas , não tem jeito."

Só que podemos fazer destas escadas um caminho mais suave e bonito,com menos dor ou queixumes.


O óleo essencial de gerânio é um destes auxiliares neste processo de evolução.
Ele traz coragem e força para novos desafios.
Ele ameniza a ansiedade, depressão e tensão nervosa.
Abaixo um texto que eu amei, que fala sobre cura real e verdadeira, tão necessária para nossa evolução!


Nesta escalada, não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta...
A cura real somente acontece do interior para o exterior.


Diga ao seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.
Conte ao seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você , com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.
Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.


Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.
Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.


Não querem mudar de vida.
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.
Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.


Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram  dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.
Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.


Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.
Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.


Clamam por intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.
Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.


Toda cura é sempre uma autocura e o Evangelho de Jesus é a farmácia onde encontraremos os remédios que nos curam por dentro.
Há dois mil anos esses remédios estão à nossa disposição.
Quando nos decidiremos?


(Texto de José Carlos De Lucca)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

"O peso que a gente leva"

O perigo da viagem mora nas malas.
 Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera.
(Padre Fábio de Melo)


Experimento na carne a verdade das palavras, e lentamente vou aprendendo.
Minhas malas eram sempre superiores às minhas necessidades.
E por isso que minhas partidas e chegadas eram mais penosas que deveriam.



Quando li este texto do Padre Fábio de Melo, lembrei da minha primeira viagem à Provence, com minha amiga Marilde e recepção dos queridos alemães Ortrud e Georg.
Quando chegamos no aeroporto de Marseille, eles falaram: mas por que tanta bagagem?
Na época eu achava necessário!


"Ando pensando sobre as malas que levamos.
Elas são expressões dos nossos medos.
Elas representam nossas inseguranças.

Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas.

 Tudo o que ele leva está diretamente ligado ao medo de necessitar.

Roupas diversas; de frio, de calor - o clima pode mudar a qualquer momento!

Remédios, segredos, livros, chinelos, guarda-chuva - e se chover?
Cremes, sabonetes, ferro elétrico - isso mesmo!

Microondas? - comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.


O fato é que elas representam nossas inseguranças.
Digo por mim. 
Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. 
Tenho medo do que vou enfrentar. 
Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados.


 As justificativas são racionais. 
Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações. 
Nós nos justificamos.
 Posso precisar disso, posso precisar daquilo... 
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. 


Excedem aos tamanhos permitidos. 
Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?

As perguntas são muitas... e se eu tiver vontade de ouvir aquela música? e o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?
 Desisto. 


Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente, concluo que mais da metade do que levei não me serviu para nada.

 É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências.


E nisso mora o encanto da viagem. 
Viajar é descobrir o mundo que não temos.
 É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
 E então descobrimos o motivo que levou o poeta a cantar: Bom é partir, bom mesmo é poder voltar. 
Ele tinha razão. 


A partida nos abre os olhos para o que deixamos. 
A distância nos permite mensurar os espaços deixados. 
Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.


Ao ver o mundo que não é meu eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. 
É consequência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou. 
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.


Vida e viagens seguem as mesmas regras.
 Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver.

Por isso é tão necessário partir. 
Sair na direção das realidades que nos ausentam. 
Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias...hospitais, asilos, internatos...ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.


Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. 
Mas não leve muita coisa. 
Não tenha medo das ausências que sentirá.
 Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu.


 Não leve os seus pesos. 
Eles não lhe permitirão encontrar o outro.
 Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve."

Texto: Padre Fábio de Melo


Sinergia para viagens

10 ml de óleo de semente de uva
2gotas de óleo essencial de lavanda
1 gotas de óleo essencial de patchouly
2 gotas de óleo essencial de limão

Modo de usar: aplicar o óleo após o banho e fazer respirações profundas, levando o ar para a região abdominal. No mínimo umas cinco respirações.


Todas estas imagens são da primeira vez que fui à  Provence, quando eu ainda levava muita bagagem....rsrsrsrrsrs

O casal que aparece nas fotos, são os queridos amigos alemães Ortrud e Georg, que  apresentaram uma Provence linda e inesquecível...pena que na época eu tinha MUITA bagagem ...
Beijos e saudades!!!




segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Ribeirão da Ilha - para respirar mais fundo


Florianópolis também é conhecida como a Ilha da magia, e cada vez que conheço mais esta Ilha, tenho a certeza disso.


Esta Ilha tem lugares encantadores e cheios de charme e de história.


Um lugar que tem cheiro da natureza...


Neste fim de semana fomos conhecer melhor o Ribeirão da Ilha, 
um lugar de pequenas praias com águas calmas e areia grossa.
Na orla do centrinho da antiga freguesia e ao redor da praça da igreja, a arquitetura dos séculos XVIII e XIX é preservada.
O Ribeirão da Ilha é a segunda colônia a se desenvolver na antiga vila de Desterro, atual Florianópolis.


Os hábitos e os traços da cultura, herdada dos açorianos, se mantêm vivos nos moradores mais antigos, apesar do crescimento urbano.
É por conta desta preservação que Florianópolis é considerada a décima ilha do arquipélago dos Açores e a região do Ribeirão da Ilha é um grande objeto de estudo sobre o povo que habitou as ilhas do arquipélago dos Açores.


Atualmente, por conta do cultivo de moluscos nas águas do Ribeirão da Ilha, o setor gastronômico se desenvolveu e se tornou mais um atrativo da região.
Restaurantes de tradição familiar servem frutos do mar de boa qualidade.
São frescos e os pratos fartos, fazendo do Ribeirão uma referência nacional neste tipo de gastronomia.


Aproveite para passear na orla, conhecer lojinhas de artesanato e de renda de bilro.
Passear à noite também é encantador pela beleza, tranquilidade e simpatia das pessoas.
Com certeza um lugar para respirar mais fundo!


É uma praia interna da Baía Sul.
A areia é grossa e escura, formada por pedaços de conchas.
O ar que se respira é fresco e aromático, com uma leve brisa a tocar o rosto da gente.


Os registros mais antigos de ocupação humana na região do Ribeirão da Ilha, dizem que os primeiros navegadores portugueses e espanhóis chegaram por volta de 1506.
Mas foi só entre 1748 e 1756 que houve a colonização efetiva da Ilha, desembarcando cerca de seis mil açorianos.


Um lugar para conhecer, voltar na história e perceber que a respiração se tranquilizou automaticamente, seja pelo aroma do mar ou pela tranquilidade e beleza local.


Fazer diferente, respirar novos ares, experimentar outras comidas.
Isto faz parte da Aromaterapia e alguns óleos essenciais ajudam neste objetivo.


Gosto da seguinte sinergia para mudanças de padrões ou para ajudar a sair da zona de conforto:

óleo essencial de lavanda + óleo essencial de alecrim + óleo essencial de hortelã-pimenta


Esta sinergia pode ser usada de várias formas, em massagens, banhos ou ainda inalação.


Gosto muito do spray, para ser usado de manhã.


Como fazer o spray:

100 ml de álcool de cereal
10 gotas de óleo essencial de lavanda
5 gotas de óleo essencial de alecrim
5 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta


Borrifar logo quando acordar e respirar várias vezes bem fundo, sentindo os aromas estimulantes.


E para finalizar esta postagem. uma imagem do nosso retorno, tendo ao fundo a belíssima ponte de Florianópolis, a ponte Hercílio Luz.
É uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil e foi inaugurada em 1926..
Atualmente encontra-se fechada para reformas e foi tombada em 1982.


(Fonte pesquisa: internet)




sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Para dormir bem


Férias, mudanças de hábitos, novo ano!

Tudo isso acaba interferindo na qualidade do nosso sono, então por que não dar uma "mãozinha" com os óleos essenciais?


Lavanda - uma quantidade mínima de óleo essencial de Lavanda no banho ajudará uma pessoa agitada a dormir melhor. Se o banho for de chuveiro, pingue algumas gotas no piso do box e respire fundo várias vezes durante o banho.


Melissa (ou Erva-Cidreira) - a propriedade preponderante do óleo de Melissa é a de calmante, tanto para o corpo como para a mente. Colocar algumas gotas do óleo num difusor e deixar aromatizar o ambiente.


Manjerona - as propriedades sedativas deste óleo são um excelente remédio para insônia, sobretudo quando usado juntamente com o de Lavanda, em um banho morno antes de dormir.


Ylang-Ylang - talvez a propriedade física mais importante deste óleo seja sua capacidade de diminuir o ritmo respiratório excessivamente intenso (hiperpnéia) e o ritmo cardíaco excessivamente rápido (taquicardia).


Spray Bom Sono

250 ml de álcool de cereal
10 gotas de óleo essencial de Lavanda
10 gotas de óleo essencial de Manjerona
10 gotas de óleo essencial de Ylang-Ylang
250 ml de água destilada.

Os óleos essenciais podem ser usados com grandes benefícios em sprays, sobretudo como substitutos dos sprays em aerossol, potencialmente perigosos.
Esta fórmula acima, é muito eficaz quando usada no quarto, sempre antes de dormir.

(Imagens cedidas pela Arraial Home - Gramado)